A internet está reconfigurando nossos cérebros

Postado: quarta-feira, 30 de junho de 2010 | Por : Unknown | Em: , , , ,

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Quem usa bastante a internet visita diversos sites todo dia, cada um recheado de links que levam a mais outro site, mais outro assunto, e contêm tanta informação que você mal consegue processar tudo isso, quanto menos se lembrar onde você estava quando começou. O problema é que, segundo diversas pesquisas científicas, isto está nos tornando mais distraídos e menos dispostos a nos concentrar e aprender - mesmo longe da tela do computador. Que tipo de cérebro a internet está nos dando?

Esta é a pergunta que Nicholas Carr faz em seu novo livro, "The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains". A Wired publicou um excerto do livro que resume a ideia principal: a internet promove a leitura superficial, raciocínio raso e distração constante. Na prática, temos mais conteúdo disponível em alguns cliques, mas nossos cérebros não conseguem lidar com tudo adequadamente - mais informação não significa mais conhecimento.

O principal culpado disso são os links. Antes vistos com entusiasmo como forma de alavancar o aprendizado, os links começaram a ser visto cada vez mais com ceticismo. Uma pesquisa mostra que pular de um texto para outro via links prejudica a compreensão. Outra pesquisa mostra que as pessoas compreendem melhor textos sem links do que com eles - mesmo que você não clique neles.

Sobrecarga na memória

Por que o excesso de links seria um problema? Pela forma como nosso cérebro funciona. Nós gravamos informações de duas formas: com a memória de curto prazo e a memória de longo prazo. É na memória de longo prazo que conseguimos relacionar conceitos e informações que vimos, lemos ou ouvimos, interligar tudo isso e transformar em conhecimento. Enquanto a memória de longo prazo pode armazenar uma quantidade enorme de informações, a memória de curto prazo tem capacidade limitada e volátil: logo você se esquece o que estava fazendo cinco minutos atrás.

O problema com os links é que, com a abundância de conteúdo que trazem, eles geram uma sobrecarga cognitiva: nossa memória de curto prazo fica tão agitada que não consegue transferir as informações para a memória de longo prazo - e então você esquece o que viu ou leu. Além disso, o link pede que você realize uma ação: clicar ou não. Isso tira a atenção do texto, o que causa mais um problema no cérebro: o custo de alternar tarefas. Cada vez que mudamos de tarefa, o cérebro precisa se reorientar, e estudos mostram que isso piora a sobrecarga cognitiva.

Cérebros reprogramados

E quando saímos do computador, o problema continua. O especialista em neuroplasticidade Michael Merzenich diz que, quando nos adaptamos ao uso de uma nova mídia, nosso cérebro se transforma. Ou seja, seus hábitos online são transferidos para os outros aspectos da sua vida, porque seu cérebro foi reprogramado. Isso pode ser visto em um estudo que comparou dois tipos de pessoas: as que costumam fazer várias tarefas ao mesmo tempo, e outras que são menos multitarefa. O resultado diz tudo: as pessoas-multitarefa se distraem fácil com tudo - e geralmente com as coisas mais irrelevantes -, lembram-se menos das coisas e têm dificuldade para se concentrar em uma tarefa.

Nem tudo são más notícias, no entanto: a internet melhora nossa inteligência visual-espacial e habilidades como coordenação dos olhos e resposta a reflexos, além de nos tornar mais capazes de resolver problemas mais rápido. Mas, como diz a psicóloga Patricia Greenfield, "cada nova mídia desenvolve certos tipos de habilidades cognitivas em detrimento de outras": estamos fazendo uma troca entre maior habilidade visual-espacial e menor compreensão profunda de textos e capacidade de atenção.

Fonte : Wired

Regis Danese acusado de plágio

Postado: segunda-feira, 28 de junho de 2010 | Por : Emanoel Leonardo | Em:

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O cantor gospel Regis Danese está sendo processado. O motivo seria o plágio de uma música que é sucesso no mundo todo, “Faz um Milagre em Mim”. A assessoria do autor da ação, Rafael Duarte, procurou a redação do Gospel+ para fazer a denúncia.

Segundo a assessoria de Rafael Duarte, ele seria o verdadeiro autor de “Faz um Milagre em Mim” e não Regis Danese e sua esposa, Kelly Danese, como é informado no CD do cantor. Também figura como réu no proceso a gravadora de Regis, a Line Records. Rafael diz ter provas de que a música é sua, sendo estas provas suficientes para ajuizar uma ação cível – a fim de que seja indenizado pelo uso indevido da música – e está em vias de ajuizamento de uma ação penal.

O processo tramita na 1ª Vara Cível do Foro Regional de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, sob o número 0015598-41.2009.8.19.0206. No âmbito criminal, ainda está correndo inquérito policial para a investigação do crime de plágio na Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial.

A redação do Gospel+ procurou Gisele Alves, assessora de imprensa de Regis Danese, que apresentou a seguinte nota oficial sobre o caso:

Temos convicção que se trata de mais um levante falso contra o Ministério do Regis Danese com intuitos escusos e sem qualquer procedência. Assim que o Regis for notificado apresentará sua defesa e provas com relação à questão e está em paz porque confia na verdade e principalmente que Deus é amor, mas é justiça também. Quanto a qualquer pessoa que vem se levantando contra o ministério do Regis, a oração é que sejam alcançados pelo Senhor Jesus Cristo e com o coração convertido, repensem sua conduta.

fonte: Gospelmais

Podscast # 37 - Bride

Postado: sábado, 26 de junho de 2010 | Por : Barbara Góes | Em: , , , , , , , ,

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Está no ar mais um podscast! A 37ª Edição do nosso podcast.
Barbara Góes se junta mais uma vez com Emanoel Leonardo para conversar e conhecer mais a banda Bride.
Se vc mal consegue esperar pra dar um clique e conferir o que tem nesse cast que está quentinho, dá um clique e mate a sua curiosidade. Não esqueça de comentar abaixo sobre o que achou do cast! Dúvidas, recados, opiniões e sugestões, pode rasgar aqui!

Duração:  43 minutos

Para enviar seu email, basta escrever para:

podscrereventos@gmail.com

Critique, elogie, opine.. Quem sabe você terá o seu comentário lido no cast? Vale oferecer para a namorada, o pai, a mãe e até o sarnento do seu cachorro.. Comente djá!

Twitter da Barbara
Twitter do Emanoel


Informações:
Aperte o botão PLAY abaixo ou BAIXE AQUI , agora também na versão ZIP (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como) o arquivo no formato MP3 para o seu PC.

Desfrute! ;)



Mulher de Kaká e sua carreira artística

Postado: sexta-feira, 25 de junho de 2010 | Por : Herbert McDonald | Em: , , , ,

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A pastora Carol Celico, esposa do jogador de futebol Kaká, gravou um CD e DVD com 12 canções que contam um pouco de sua trajetória com Deus e marcaram sua vida. Entre as músicas regravadas está 'Quatro Estações', composição de sucesso de Kleber Lucas, que faz parte do disco Comunhão - Para Aqueles que Te Amam, sétimo trabalho do cantor pela MK Music.

Segundo Carol, que admira o ministério de Kleber Lucas, a escolha da canção tem um motivo especial. "Eu tive uma experiência com Deus ouvindo essa canção e tive a certeza que a dor passa por pior que seja. O tempo vai passando e Deus vai agindo pra levar embora a nossa dor", explica.

"Muitos momentos da minha caminhada com Deus tiveram como trilha sonora as músicas do Kleber. Espero que Deus abençoe enormemente o seu trabalho e o seu ministério", declara Carol.


A música 'Quatro Estações' é um poema de amor ao Deus da criação, do tempo, do espaço e das estações. Em seu Twitter @prkleberlucas, Kleber Lucas comentou: "Acho essa família comprometida com Deus e Sua casa. Quando foi solicitada a música, entendi que o propósito de Deus se expressaria através deles. Não os conheco pessoalmente, mas sei do testemunho deles, da fidelidade com Deus e com a igreja. A a gravação deste projeto será estratégica para o Reino. Que eles toquem as nações. Paz"!

No site oficial de Carol Celico você pode ouvir a nova versão. Clique aqui para conferir o CD Comunhão no MK Shopping e ouvir a música 'Quatro Estações' na voz de Kleber Lucas.

Fonte: Mk

Deus e samba: uma conversa afinada!

Postado: quinta-feira, 24 de junho de 2010 | Por : Yuri Padilha | Em: , , , ,

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José Barbosa Junior (1)

“O samba é pai do prazer,

O samba é filho da dor,

O grande poder transformador.” (2)

É assim que Gilberto Gil e Caetano Veloso tentam definir o samba na música “Desde que o Samba é Samba”. Não é de hoje que ele é visto como um elemento muito mais que apenas estético. O samba, para muitos, não é um ritmo apenas, samba é algo que surge de dentro, como canção que expressa um estado da alma. Foi assim nos morros, nas favelas e tem sido assim nos anos em que, descendo o morro, conquistou de vez a proeminência dos ritmos brasileiros. Não é à toa que o Brasil é visto sob a égide de “país do samba”.

Desde sua origem, por muitos atribuída ao Semba africano, que era cantado e dançado numa espécie de ritual religioso, o samba traz consigo, de forma inequívoca, a alusão ao elemento divino. Deus (ou outras manifestações do “divino”) é assunto constante nas letras do bom samba brasileiro.

Portanto, para um maior diálogo com a cultura brasileira, faz-se necessário analisar os movimentos de formação do samba, sua evocação como a alma musical do brasileiro, o preconceito sofrido pelo poder do branco opressor, inclusive de orientação protestante, e a busca de caminhos para a des-demonização do samba por parte dos donos da religião, chamando-os a um diálogo franco com a cultura brasileira, em sua mais visível vertente musical.

Desta forma, nossa pesquisa pretende analisar, de forma consistente, o preconceito ao samba e suas origens negras dentro do evangelicismo brasileiro, fruto do protestantismo de missão do sul dos Estados Unidos, assim como o protestantismo de imigração, ambos brancos em sua origem e com fortes traços culturais de rejeição a qualquer coisa que tenha a sua gênese nos negros ou nos índios.

O preconceito em relação ao samba é antigo, e não um privilégio somente das igrejas cristãs. Tem sua base na discriminação racial e social constitutivas do pensamento elitista brasileiro, como nos aponta Calvani:

“A história do samba demonstra com muita clareza a tensão dos anos 20 e 30, e como um elemento cultural originalmente rejeitado pela elite, devido a suas ligações íntimas com a cultura africana, acaba por prevalecer e transforma-se em símbolo nacional.” (3)

Esta mesma percepção nos é apontada por Lúcio Rangel, quando ao escrever sobre a história do samba nos mostra o preconceito social e racial em um dos maiores escritores da língua portuguesa:

“O velho Machado, em um de seus contos mais conhecidos – Um Homem Célebre -, retrata o pianeiro Pestana, que pretendia realizar grandes obras e que só produzia polcas e lundus [...] Machado de Assis, homem de origem das mais humildes, procurava afastar de si tudo que cheirasse a vulgaridade, tudo o que pudesse revelar nele o menino do morro do Livramento, o ex-coroinha da Lampadosa, aristocratizando-se, cada vez mais, até o fim da vida” (4)

Junto a esse fator, quer-se também trazer à tona a alienação cultural impregnada na igreja evangélica brasileira, reflexo da sociedade globalizada e da indústria do mercado gospel, com seus ritmos comerciais, ajudados por pastores também alienados e alienadores, que mantém o povo distante das tradições culturais de seu próprio país, atribuindo à riqueza cultural brasileira traços de demonização. Puro desconhecimento e preconceito!

Ao dialogarmos com a cultura brasileira, algumas perguntas devem ser feitas: Por que o grande número de alusões ao elemento divino no samba? Qual a verdadeira motivação por trás dessa alusão? Não seria o samba, como elemento cultural, algo que revela um pouco da teologia popular? Poderíamos, através de suas canções, conhecer um pouco mais da alma religiosa brasileira? Uma coisa é certa: Deus “dá samba”!

Dá samba porque está impregnado na alma e no coração do brasileiro, desde o berço. Nossa tradição católico-romana, misturada às outras vertentes religiosas, hoje em profusão nas favelas e nos recantos de pobreza, onde surge o samba em sua mais límpida expressão, fazem com que o divino seja, desde tenra idade, fator de educação e comunicação entre as pessoas.

Levando em conta o status sociológico, onde o pobre geralmente aparece ligado à religiosidade, seja ela em qualquer vertente, pode-se perceber mais um dos fatores que levam o samba a estar unido ao elemento divino. O pobre vê em Deus a solução e a representação viva da possibilidade de saída do seu mundo de tristeza e solidão. Ou de sua alegria. Nos momentos tristes ou de festa, lá está o samba, ora como lamento, ora como festejo, como choro ou como riso!

A explosão do ritmo, em profusão e cores, dá-se, sem dúvida, em sua maior expressão de força e vitalidade, a festa popular chamada carnaval, que ao contrário do que normalmente se faz, também deve ser analisada como expressão cultural e como grito da massa excluída, muitas vezes, de nosso convívio “cristão”. Concorda-se, então, com o teólogo e cientista da religião brasileiro Jorge Pinheiro, ao afirmar que:

“... a festa é a ruptura do tempo vivido. É o momento em que o corpo deixa de ser gasto pelo tripalium e é gasto pelo prazer. Talvez por isso, o maior acontecimento relacional da afrobrasilidade é o carnaval. É o momento do contrário. Troca-se o dia pela noite, a casa pela rua. A regra é o excesso. Não é uma festa de máscaras, mas de fantasias. É uma leitura da liberdade considerada fim das regras e convenções. Vive-se o fim da miséria, o fim da escravidão, o fim do pelourinho.” (5)

Mas, se Deus “dá samba”, e se isso está na alma do brasileiro, também na alma do brasileiro estará a sua teologia, não a das grandes academias teológicas, mas aquela teologia que nasce da experiência, do cotidiano, do filho doente, do coração doído por um amor desfeito, da esperança em dias melhores, de coisas do homem.

Aqui percebe-se claramente o conceito de imago dei, em que “a queda do homem não destrói a imagem formal (a personalidade do homem), embora envolva a distorção (mas não a demolição) do conteúdo material da imagem.”(6) Também pode-se notar a idéia da “graça comum”, onde “o homem retém dentro de si uma consciência da diferença entre o certo e o errado, entre a verdade e a falsidade, entre a justiça e a injustiça, e a consciência de que ele é responsável e passível de prestar contas não meramente ao seu próximo, como também, em última análise, a Deus, seu Criador.”(7)

O samba, desta forma, revela conceitos de Deus escritos no coração humano e, ainda que distorcidos, nos mostram o que o povo entende do divino e nos possibilita um diálogo a partir desses conhecimentos previamente estabelecidos, com seus dilemas, perturbações e motivos de festa.

O Deus encarnado conhece essas dores, essas alegrias, essa esperança. Por que, então, a sua igreja fecha os olhos pra teologia que nasce do povo e se manifesta na sua cultura? E se essa manifestação cultural for o samba, ritmo dos negros e dos pobres, pior ainda! Preconceito velado ou alienação cultural? Desconhecimento de que há uma teologia popular ou inculturação, promovida pelos senhores do saber teológico do primeiro mundo?

Daí a importância de se dialogar com a cultura brasileira e, a partir desse diálogo, cientes da teologia que se manifesta nesta cultura como defende o teólogo polonês Paul Tillich, estabelecermos uma conversa afinada, saudável, onde possamos até mesmo aprender coisas novas, sob a influência desse fazer teológico inconsciente, que nasce da alma do povo brasileiro.

Deus “dá samba”, porque religião e música são paixões brasileiras. O brasileiro é religioso por formação e por nascimento. Nasce sob o signo da divindade, sob a ótica do bem e do mal na esfera religiosa, é ensinado desde pequeno a temer a Deus e a praticar a bondade. Não há como fugir dessa paixão brasileira pelo transcendente, muitas vezes em práticas que nos são distintas e até mesmo reprováveis, principalmente quando partimos de concepções fundamentalistas do protestantismo.

Cabe a todos aqueles que fazem teologia, parar para ouvir. Descer do pedestal da arrogância teológica e entender que o negro e o pobre estão, há muito tempo, nos mostrando o que pensam sobre Deus, exatamente naquilo que cantam de Deus.

Diante da igreja e dos teólogos, abre-se a oportunidade do crescimento através da conversa franca e desprovida de conceitos anteriores. Do chão da terra nasce a teologia! Da dor e do sofrimento nascem os conceitos de Deus! Do riso sem dentes do favelado pode vir o conceito da alegria que transpassa até mesmo a miséria em que ele vive.

Ou ouvimos, ou não ouvimos. Resta o conselho sábio da Palavra: “Aquele que tem ouvidos, ouça!”

Notas:

(1)O autor é estudante do curso de Teologia do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil e editor do sitewww.crerepensar.com.br. O presente ensaio é parte de seu projeto de pesquisa de monografia de conclusão do bacharelado sob o tema: Teologia e Música Popular Brasileira

(2)VELOSO, Caetano e GIL, Gilberto. Desde que o samba é samba in Tropicália 2, São Paulo: Poligram, 1993

(3)CALVANI, Carlos Eduardo Brandão. Teologia e MPB. São Paulo/ São Bernardo do Campo: Loyola/ Editora Metodista, 1998, p. 21.

(4)RANGEL, Lúcio. Samba, jazz e outras notas. Rio de Janeiro: Agir, 2007, p. 83.

(5)PINHEIRO, p. 116

(6)ELWELL, ... p.313

(7)ELWELL, ... p. 217.

BIBLIOGRAFIA

CALVANI, Carlos Eduardo B. Teologia e MPB. São Paulo: Edições Loyola/Editora Metodista, 1998.

ELWELL, Walter E. Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã. Trad. Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 1990.

PINHEIRO, Jorge. Deus é Brasileiro – As Brasilidades e o Reino de Deus. São Paulo: Fonte, 2008

RANGEL, Lúcio. Samba, Jazz & Outras Notas. Rio de Janeiro: Agir, 2007

O Ministério de Louvor Diante do Trono abre inscriçoes para o coral do 13° CD e DVD

Postado: segunda-feira, 21 de junho de 2010 | Por : Emanoel Leonardo | Em: , , ,

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O ministério de louvor Diante do Trono abriu oficialmente as inscriçõs para o coral que auxiliará o ministério no seu 13º CD e DVD ao vivo, que será gravado em Barretos (SP).

Como já é tradição do ministério, um coral é formado a cada gravação e, na maioria das vezes, conta com pessoas de todo o Brasil que se reúnem para auxiliar no evento.

Os integrantes do coral terão em uma semana ensaios onde é necessária dedicação para conhecer as músicas e preparar-se para o evento.

As inscrições serão realizadas até o dia 04/07/2010 e tem um custo de R$ 10,00. O pagamento do boleto é pré-requisito essencial para a confirmação da inscrição. O valor arrecadado com as inscrições será revertido em sua totalidade para o Hospital do Câncer de Barretos – um dos beneficiados pela ação social que o Ministério tem realizado.

Para fazer sua inscrição, acesse o site do evento: http://www.diantedotrono.com.br/BARRETOSDT/

Podscast #36

Postado: domingo, 13 de junho de 2010 | Por : Emanoel Leonardo | Em: , , , , , , ,

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Está no ar mais um podscast! A 36ª Edição do nosso podcast.

Barbara Góes se junta mais uma vez com Missionária Doriana, Renato Cavallera e Thiago Iorio para uma conversa super descontraída sobre o dia dos namorados.

Se vc mal consegue esperar pra dar um clique e conferir o que tem nesse cast que está quentinho, dá um clique e mate a sua curiosidade. Não esqueça de comentar abaixo sobre o que achou do cast! Dúvidas, recados, opiniões e sugestões, pode rasgar aqui!

Duração: 73 minutos


Para enviar seu email, basta escrever para:


podscrereventos@gmail.com


Critique, elogie, opine.. Quem sabe você terá o seu comentário lido no cast? Vale oferecer para a namorada, o pai, a mãe e até o sarnento do seu cachorro.. Comente djá!


Twitter da Barbara
Twitter do Emanoel

Informações:

Aperte o botão PLAY abaixo ou BAIXE AQUI , agora também na versão ZIP (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como) o arquivo no formato MP3 para o seu PC.



Desfrute! ;)

baixista e lenda, Abraham Laboriel

Postado: sexta-feira, 11 de junho de 2010 | Por : Herbert McDonald | Em: , , , , , , , ,

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Abraham Laboriel é um dos grandes nomes do passado/presente do soul e funk mundial. Um pouco distante por opção do estrelato alcançado por Verdine White e Bootsy Collins, Laboriel contribuiu muito para o desenvolvimento da música principalmente no início do movimento Gospel das igrejas presbiterianas americanas.

Seu som é característico, sabemos de cara que é o homem quem está "slapando" cheio de suingue e cor todas as notas que dá. Tem ótimos trabalhos mais para a linha do jazz/fusion ao lado do excelente guitarrista americano Lee Ritenour. É uma lenda viva que agrada dos mais saudosistas aos mais novos.

Confira aqui um dos solos de Abraham:



Confira aqui
Abraham Laboriel e James Lomenzo do Megadeth, testando e fazendo o lançamento de seus baixos personalizados pela empresa Wyn, em Los Angeles.