A internet está reconfigurando nossos cérebros

Postado: quarta-feira, 30 de junho de 2010 | Por : Rivaldo Rodrigues | Em: , , , ,

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Quem usa bastante a internet visita diversos sites todo dia, cada um recheado de links que levam a mais outro site, mais outro assunto, e contêm tanta informação que você mal consegue processar tudo isso, quanto menos se lembrar onde você estava quando começou. O problema é que, segundo diversas pesquisas científicas, isto está nos tornando mais distraídos e menos dispostos a nos concentrar e aprender - mesmo longe da tela do computador. Que tipo de cérebro a internet está nos dando?

Esta é a pergunta que Nicholas Carr faz em seu novo livro, "The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains". A Wired publicou um excerto do livro que resume a ideia principal: a internet promove a leitura superficial, raciocínio raso e distração constante. Na prática, temos mais conteúdo disponível em alguns cliques, mas nossos cérebros não conseguem lidar com tudo adequadamente - mais informação não significa mais conhecimento.

O principal culpado disso são os links. Antes vistos com entusiasmo como forma de alavancar o aprendizado, os links começaram a ser visto cada vez mais com ceticismo. Uma pesquisa mostra que pular de um texto para outro via links prejudica a compreensão. Outra pesquisa mostra que as pessoas compreendem melhor textos sem links do que com eles - mesmo que você não clique neles.

Sobrecarga na memória

Por que o excesso de links seria um problema? Pela forma como nosso cérebro funciona. Nós gravamos informações de duas formas: com a memória de curto prazo e a memória de longo prazo. É na memória de longo prazo que conseguimos relacionar conceitos e informações que vimos, lemos ou ouvimos, interligar tudo isso e transformar em conhecimento. Enquanto a memória de longo prazo pode armazenar uma quantidade enorme de informações, a memória de curto prazo tem capacidade limitada e volátil: logo você se esquece o que estava fazendo cinco minutos atrás.

O problema com os links é que, com a abundância de conteúdo que trazem, eles geram uma sobrecarga cognitiva: nossa memória de curto prazo fica tão agitada que não consegue transferir as informações para a memória de longo prazo - e então você esquece o que viu ou leu. Além disso, o link pede que você realize uma ação: clicar ou não. Isso tira a atenção do texto, o que causa mais um problema no cérebro: o custo de alternar tarefas. Cada vez que mudamos de tarefa, o cérebro precisa se reorientar, e estudos mostram que isso piora a sobrecarga cognitiva.

Cérebros reprogramados

E quando saímos do computador, o problema continua. O especialista em neuroplasticidade Michael Merzenich diz que, quando nos adaptamos ao uso de uma nova mídia, nosso cérebro se transforma. Ou seja, seus hábitos online são transferidos para os outros aspectos da sua vida, porque seu cérebro foi reprogramado. Isso pode ser visto em um estudo que comparou dois tipos de pessoas: as que costumam fazer várias tarefas ao mesmo tempo, e outras que são menos multitarefa. O resultado diz tudo: as pessoas-multitarefa se distraem fácil com tudo - e geralmente com as coisas mais irrelevantes -, lembram-se menos das coisas e têm dificuldade para se concentrar em uma tarefa.

Nem tudo são más notícias, no entanto: a internet melhora nossa inteligência visual-espacial e habilidades como coordenação dos olhos e resposta a reflexos, além de nos tornar mais capazes de resolver problemas mais rápido. Mas, como diz a psicóloga Patricia Greenfield, "cada nova mídia desenvolve certos tipos de habilidades cognitivas em detrimento de outras": estamos fazendo uma troca entre maior habilidade visual-espacial e menor compreensão profunda de textos e capacidade de atenção.

Fonte : Wired

Regis Danese acusado de plágio

Postado: segunda-feira, 28 de junho de 2010 | Por : Emanoel Leonardo | Em:

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O cantor gospel Regis Danese está sendo processado. O motivo seria o plágio de uma música que é sucesso no mundo todo, “Faz um Milagre em Mim”. A assessoria do autor da ação, Rafael Duarte, procurou a redação do Gospel+ para fazer a denúncia.

Segundo a assessoria de Rafael Duarte, ele seria o verdadeiro autor de “Faz um Milagre em Mim” e não Regis Danese e sua esposa, Kelly Danese, como é informado no CD do cantor. Também figura como réu no proceso a gravadora de Regis, a Line Records. Rafael diz ter provas de que a música é sua, sendo estas provas suficientes para ajuizar uma ação cível – a fim de que seja indenizado pelo uso indevido da música – e está em vias de ajuizamento de uma ação penal.

O processo tramita na 1ª Vara Cível do Foro Regional de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, sob o número 0015598-41.2009.8.19.0206. No âmbito criminal, ainda está correndo inquérito policial para a investigação do crime de plágio na Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial.

A redação do Gospel+ procurou Gisele Alves, assessora de imprensa de Regis Danese, que apresentou a seguinte nota oficial sobre o caso:

Temos convicção que se trata de mais um levante falso contra o Ministério do Regis Danese com intuitos escusos e sem qualquer procedência. Assim que o Regis for notificado apresentará sua defesa e provas com relação à questão e está em paz porque confia na verdade e principalmente que Deus é amor, mas é justiça também. Quanto a qualquer pessoa que vem se levantando contra o ministério do Regis, a oração é que sejam alcançados pelo Senhor Jesus Cristo e com o coração convertido, repensem sua conduta.

fonte: Gospelmais

Podscast # 37 - Bride

Postado: sábado, 26 de junho de 2010 | Por : Barbara Góes | Em: , , , , , , , ,

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Está no ar mais um podscast! A 37ª Edição do nosso podcast.
Barbara Góes se junta mais uma vez com Emanoel Leonardo para conversar e conhecer mais a banda Bride.
Se vc mal consegue esperar pra dar um clique e conferir o que tem nesse cast que está quentinho, dá um clique e mate a sua curiosidade. Não esqueça de comentar abaixo sobre o que achou do cast! Dúvidas, recados, opiniões e sugestões, pode rasgar aqui!

Duração:  43 minutos

Para enviar seu email, basta escrever para:

podscrereventos@gmail.com

Critique, elogie, opine.. Quem sabe você terá o seu comentário lido no cast? Vale oferecer para a namorada, o pai, a mãe e até o sarnento do seu cachorro.. Comente djá!

Twitter da Barbara
Twitter do Emanoel


Informações:
Aperte o botão PLAY abaixo ou BAIXE AQUI , agora também na versão ZIP (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como) o arquivo no formato MP3 para o seu PC.

Desfrute! ;)



Mulher de Kaká e sua carreira artística

Postado: sexta-feira, 25 de junho de 2010 | Por : Herbert McDonald | Em: , , , ,

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A pastora Carol Celico, esposa do jogador de futebol Kaká, gravou um CD e DVD com 12 canções que contam um pouco de sua trajetória com Deus e marcaram sua vida. Entre as músicas regravadas está 'Quatro Estações', composição de sucesso de Kleber Lucas, que faz parte do disco Comunhão - Para Aqueles que Te Amam, sétimo trabalho do cantor pela MK Music.

Segundo Carol, que admira o ministério de Kleber Lucas, a escolha da canção tem um motivo especial. "Eu tive uma experiência com Deus ouvindo essa canção e tive a certeza que a dor passa por pior que seja. O tempo vai passando e Deus vai agindo pra levar embora a nossa dor", explica.

"Muitos momentos da minha caminhada com Deus tiveram como trilha sonora as músicas do Kleber. Espero que Deus abençoe enormemente o seu trabalho e o seu ministério", declara Carol.


A música 'Quatro Estações' é um poema de amor ao Deus da criação, do tempo, do espaço e das estações. Em seu Twitter @prkleberlucas, Kleber Lucas comentou: "Acho essa família comprometida com Deus e Sua casa. Quando foi solicitada a música, entendi que o propósito de Deus se expressaria através deles. Não os conheco pessoalmente, mas sei do testemunho deles, da fidelidade com Deus e com a igreja. A a gravação deste projeto será estratégica para o Reino. Que eles toquem as nações. Paz"!

No site oficial de Carol Celico você pode ouvir a nova versão. Clique aqui para conferir o CD Comunhão no MK Shopping e ouvir a música 'Quatro Estações' na voz de Kleber Lucas.

Fonte: Mk

Deus e samba: uma conversa afinada!

Postado: quinta-feira, 24 de junho de 2010 | Por : Yuri Padilha | Em: , , , ,

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José Barbosa Junior (1)

“O samba é pai do prazer,

O samba é filho da dor,

O grande poder transformador.” (2)

É assim que Gilberto Gil e Caetano Veloso tentam definir o samba na música “Desde que o Samba é Samba”. Não é de hoje que ele é visto como um elemento muito mais que apenas estético. O samba, para muitos, não é um ritmo apenas, samba é algo que surge de dentro, como canção que expressa um estado da alma. Foi assim nos morros, nas favelas e tem sido assim nos anos em que, descendo o morro, conquistou de vez a proeminência dos ritmos brasileiros. Não é à toa que o Brasil é visto sob a égide de “país do samba”.

Desde sua origem, por muitos atribuída ao Semba africano, que era cantado e dançado numa espécie de ritual religioso, o samba traz consigo, de forma inequívoca, a alusão ao elemento divino. Deus (ou outras manifestações do “divino”) é assunto constante nas letras do bom samba brasileiro.

Portanto, para um maior diálogo com a cultura brasileira, faz-se necessário analisar os movimentos de formação do samba, sua evocação como a alma musical do brasileiro, o preconceito sofrido pelo poder do branco opressor, inclusive de orientação protestante, e a busca de caminhos para a des-demonização do samba por parte dos donos da religião, chamando-os a um diálogo franco com a cultura brasileira, em sua mais visível vertente musical.

Desta forma, nossa pesquisa pretende analisar, de forma consistente, o preconceito ao samba e suas origens negras dentro do evangelicismo brasileiro, fruto do protestantismo de missão do sul dos Estados Unidos, assim como o protestantismo de imigração, ambos brancos em sua origem e com fortes traços culturais de rejeição a qualquer coisa que tenha a sua gênese nos negros ou nos índios.

O preconceito em relação ao samba é antigo, e não um privilégio somente das igrejas cristãs. Tem sua base na discriminação racial e social constitutivas do pensamento elitista brasileiro, como nos aponta Calvani:

“A história do samba demonstra com muita clareza a tensão dos anos 20 e 30, e como um elemento cultural originalmente rejeitado pela elite, devido a suas ligações íntimas com a cultura africana, acaba por prevalecer e transforma-se em símbolo nacional.” (3)

Esta mesma percepção nos é apontada por Lúcio Rangel, quando ao escrever sobre a história do samba nos mostra o preconceito social e racial em um dos maiores escritores da língua portuguesa:

“O velho Machado, em um de seus contos mais conhecidos – Um Homem Célebre -, retrata o pianeiro Pestana, que pretendia realizar grandes obras e que só produzia polcas e lundus [...] Machado de Assis, homem de origem das mais humildes, procurava afastar de si tudo que cheirasse a vulgaridade, tudo o que pudesse revelar nele o menino do morro do Livramento, o ex-coroinha da Lampadosa, aristocratizando-se, cada vez mais, até o fim da vida” (4)

Junto a esse fator, quer-se também trazer à tona a alienação cultural impregnada na igreja evangélica brasileira, reflexo da sociedade globalizada e da indústria do mercado gospel, com seus ritmos comerciais, ajudados por pastores também alienados e alienadores, que mantém o povo distante das tradições culturais de seu próprio país, atribuindo à riqueza cultural brasileira traços de demonização. Puro desconhecimento e preconceito!

Ao dialogarmos com a cultura brasileira, algumas perguntas devem ser feitas: Por que o grande número de alusões ao elemento divino no samba? Qual a verdadeira motivação por trás dessa alusão? Não seria o samba, como elemento cultural, algo que revela um pouco da teologia popular? Poderíamos, através de suas canções, conhecer um pouco mais da alma religiosa brasileira? Uma coisa é certa: Deus “dá samba”!

Dá samba porque está impregnado na alma e no coração do brasileiro, desde o berço. Nossa tradição católico-romana, misturada às outras vertentes religiosas, hoje em profusão nas favelas e nos recantos de pobreza, onde surge o samba em sua mais límpida expressão, fazem com que o divino seja, desde tenra idade, fator de educação e comunicação entre as pessoas.

Levando em conta o status sociológico, onde o pobre geralmente aparece ligado à religiosidade, seja ela em qualquer vertente, pode-se perceber mais um dos fatores que levam o samba a estar unido ao elemento divino. O pobre vê em Deus a solução e a representação viva da possibilidade de saída do seu mundo de tristeza e solidão. Ou de sua alegria. Nos momentos tristes ou de festa, lá está o samba, ora como lamento, ora como festejo, como choro ou como riso!

A explosão do ritmo, em profusão e cores, dá-se, sem dúvida, em sua maior expressão de força e vitalidade, a festa popular chamada carnaval, que ao contrário do que normalmente se faz, também deve ser analisada como expressão cultural e como grito da massa excluída, muitas vezes, de nosso convívio “cristão”. Concorda-se, então, com o teólogo e cientista da religião brasileiro Jorge Pinheiro, ao afirmar que:

“... a festa é a ruptura do tempo vivido. É o momento em que o corpo deixa de ser gasto pelo tripalium e é gasto pelo prazer. Talvez por isso, o maior acontecimento relacional da afrobrasilidade é o carnaval. É o momento do contrário. Troca-se o dia pela noite, a casa pela rua. A regra é o excesso. Não é uma festa de máscaras, mas de fantasias. É uma leitura da liberdade considerada fim das regras e convenções. Vive-se o fim da miséria, o fim da escravidão, o fim do pelourinho.” (5)

Mas, se Deus “dá samba”, e se isso está na alma do brasileiro, também na alma do brasileiro estará a sua teologia, não a das grandes academias teológicas, mas aquela teologia que nasce da experiência, do cotidiano, do filho doente, do coração doído por um amor desfeito, da esperança em dias melhores, de coisas do homem.

Aqui percebe-se claramente o conceito de imago dei, em que “a queda do homem não destrói a imagem formal (a personalidade do homem), embora envolva a distorção (mas não a demolição) do conteúdo material da imagem.”(6) Também pode-se notar a idéia da “graça comum”, onde “o homem retém dentro de si uma consciência da diferença entre o certo e o errado, entre a verdade e a falsidade, entre a justiça e a injustiça, e a consciência de que ele é responsável e passível de prestar contas não meramente ao seu próximo, como também, em última análise, a Deus, seu Criador.”(7)

O samba, desta forma, revela conceitos de Deus escritos no coração humano e, ainda que distorcidos, nos mostram o que o povo entende do divino e nos possibilita um diálogo a partir desses conhecimentos previamente estabelecidos, com seus dilemas, perturbações e motivos de festa.

O Deus encarnado conhece essas dores, essas alegrias, essa esperança. Por que, então, a sua igreja fecha os olhos pra teologia que nasce do povo e se manifesta na sua cultura? E se essa manifestação cultural for o samba, ritmo dos negros e dos pobres, pior ainda! Preconceito velado ou alienação cultural? Desconhecimento de que há uma teologia popular ou inculturação, promovida pelos senhores do saber teológico do primeiro mundo?

Daí a importância de se dialogar com a cultura brasileira e, a partir desse diálogo, cientes da teologia que se manifesta nesta cultura como defende o teólogo polonês Paul Tillich, estabelecermos uma conversa afinada, saudável, onde possamos até mesmo aprender coisas novas, sob a influência desse fazer teológico inconsciente, que nasce da alma do povo brasileiro.

Deus “dá samba”, porque religião e música são paixões brasileiras. O brasileiro é religioso por formação e por nascimento. Nasce sob o signo da divindade, sob a ótica do bem e do mal na esfera religiosa, é ensinado desde pequeno a temer a Deus e a praticar a bondade. Não há como fugir dessa paixão brasileira pelo transcendente, muitas vezes em práticas que nos são distintas e até mesmo reprováveis, principalmente quando partimos de concepções fundamentalistas do protestantismo.

Cabe a todos aqueles que fazem teologia, parar para ouvir. Descer do pedestal da arrogância teológica e entender que o negro e o pobre estão, há muito tempo, nos mostrando o que pensam sobre Deus, exatamente naquilo que cantam de Deus.

Diante da igreja e dos teólogos, abre-se a oportunidade do crescimento através da conversa franca e desprovida de conceitos anteriores. Do chão da terra nasce a teologia! Da dor e do sofrimento nascem os conceitos de Deus! Do riso sem dentes do favelado pode vir o conceito da alegria que transpassa até mesmo a miséria em que ele vive.

Ou ouvimos, ou não ouvimos. Resta o conselho sábio da Palavra: “Aquele que tem ouvidos, ouça!”

Notas:

(1)O autor é estudante do curso de Teologia do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil e editor do sitewww.crerepensar.com.br. O presente ensaio é parte de seu projeto de pesquisa de monografia de conclusão do bacharelado sob o tema: Teologia e Música Popular Brasileira

(2)VELOSO, Caetano e GIL, Gilberto. Desde que o samba é samba in Tropicália 2, São Paulo: Poligram, 1993

(3)CALVANI, Carlos Eduardo Brandão. Teologia e MPB. São Paulo/ São Bernardo do Campo: Loyola/ Editora Metodista, 1998, p. 21.

(4)RANGEL, Lúcio. Samba, jazz e outras notas. Rio de Janeiro: Agir, 2007, p. 83.

(5)PINHEIRO, p. 116

(6)ELWELL, ... p.313

(7)ELWELL, ... p. 217.

BIBLIOGRAFIA

CALVANI, Carlos Eduardo B. Teologia e MPB. São Paulo: Edições Loyola/Editora Metodista, 1998.

ELWELL, Walter E. Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã. Trad. Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 1990.

PINHEIRO, Jorge. Deus é Brasileiro – As Brasilidades e o Reino de Deus. São Paulo: Fonte, 2008

RANGEL, Lúcio. Samba, Jazz & Outras Notas. Rio de Janeiro: Agir, 2007

O Ministério de Louvor Diante do Trono abre inscriçoes para o coral do 13° CD e DVD

Postado: segunda-feira, 21 de junho de 2010 | Por : Emanoel Leonardo | Em: , , ,

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O ministério de louvor Diante do Trono abriu oficialmente as inscriçõs para o coral que auxiliará o ministério no seu 13º CD e DVD ao vivo, que será gravado em Barretos (SP).

Como já é tradição do ministério, um coral é formado a cada gravação e, na maioria das vezes, conta com pessoas de todo o Brasil que se reúnem para auxiliar no evento.

Os integrantes do coral terão em uma semana ensaios onde é necessária dedicação para conhecer as músicas e preparar-se para o evento.

As inscrições serão realizadas até o dia 04/07/2010 e tem um custo de R$ 10,00. O pagamento do boleto é pré-requisito essencial para a confirmação da inscrição. O valor arrecadado com as inscrições será revertido em sua totalidade para o Hospital do Câncer de Barretos – um dos beneficiados pela ação social que o Ministério tem realizado.

Para fazer sua inscrição, acesse o site do evento: http://www.diantedotrono.com.br/BARRETOSDT/

Podscast #36

Postado: domingo, 13 de junho de 2010 | Por : Emanoel Leonardo | Em: , , , , , , ,

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Está no ar mais um podscast! A 36ª Edição do nosso podcast.

Barbara Góes se junta mais uma vez com Missionária Doriana, Renato Cavallera e Thiago Iorio para uma conversa super descontraída sobre o dia dos namorados.

Se vc mal consegue esperar pra dar um clique e conferir o que tem nesse cast que está quentinho, dá um clique e mate a sua curiosidade. Não esqueça de comentar abaixo sobre o que achou do cast! Dúvidas, recados, opiniões e sugestões, pode rasgar aqui!

Duração: 73 minutos


Para enviar seu email, basta escrever para:


podscrereventos@gmail.com


Critique, elogie, opine.. Quem sabe você terá o seu comentário lido no cast? Vale oferecer para a namorada, o pai, a mãe e até o sarnento do seu cachorro.. Comente djá!


Twitter da Barbara
Twitter do Emanoel

Informações:

Aperte o botão PLAY abaixo ou BAIXE AQUI , agora também na versão ZIP (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como) o arquivo no formato MP3 para o seu PC.



Desfrute! ;)

baixista e lenda, Abraham Laboriel

Postado: sexta-feira, 11 de junho de 2010 | Por : Herbert McDonald | Em: , , , , , , , ,

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Abraham Laboriel é um dos grandes nomes do passado/presente do soul e funk mundial. Um pouco distante por opção do estrelato alcançado por Verdine White e Bootsy Collins, Laboriel contribuiu muito para o desenvolvimento da música principalmente no início do movimento Gospel das igrejas presbiterianas americanas.

Seu som é característico, sabemos de cara que é o homem quem está "slapando" cheio de suingue e cor todas as notas que dá. Tem ótimos trabalhos mais para a linha do jazz/fusion ao lado do excelente guitarrista americano Lee Ritenour. É uma lenda viva que agrada dos mais saudosistas aos mais novos.

Confira aqui um dos solos de Abraham:



Confira aqui
Abraham Laboriel e James Lomenzo do Megadeth, testando e fazendo o lançamento de seus baixos personalizados pela empresa Wyn, em Los Angeles.


A estrada menos percorrida

Postado: quinta-feira, 10 de junho de 2010 | Por : Yuri Padilha | Em:

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Gerson Borges


Sou um jornalista. Não, não um profissional da imprensa escrita, televisiva ou do rádio. Sou jornalista no senso da palavra inglesa para o registro diário (ou quase) da vida, "journal writing". Mantenho um diário (ou semanário, vá lá) aonde anoto minha jornada existencial. Comecei simplesmente registrando leituras bíblicas e seus significados, hábito da adolescência. O que Deus me falava ao coração ficava gravado nos meus cadernos. Logo percebi que era bom e espiritualmente animador tomar nota de frases significativas das minhas leituras.

Se era uma idéia boa, um insight inusitado, algo criativo ou perturbador da consciência, caderno nele. Desenvolvi o hábito da leitura sublinhada e anotada. Até a coisa virar terapia. No começo da vida adulta, fui percebendo que, ao escrever sobre acontecimentos diários, coisas pequenas, efemeridades e crises terríveis, desesperos, a alma respirava aliviada. O coração (re) animava-se. A vida voltava aos trilhos do comum e do extraordinário. E tudo isso debaixo do olhar afetuoso de Deus, a cada passado da jornada.

Jornada.

Esse é mesmo um nome adequado para a Vida Espiritual. Um passo por dia, um dia por passo e a vamos caminhando. Escrever sobre o itinerário, as estradas, os caminhos e descaminhos da jornada é quase a jornada em si. Christina Baldwin, em seu livro "Life’s companion", concebe a prática de manter um Diário Espiritual como "uma busca espiritual". Penso que Anne Frank, ao registrar seus pensamentos e sentimentos, suas angústias e pavores do horror nazista no seu Kitty, nome que dava ao seu diário, de modo algum imaginava que, por ter sido preservado por Miep Gies, ao ser publicado em 1947 chegaria aonde chegou, traduzido em 68 línguas e um dos livros mais lidos do mundo. O que ela queria, nas palavras de outro sobrevivente da barbárie de Hitler, Victor Frankl, era "um desejo e uma vontade de sentido".

Sentido.

Escrevo Diários não porque a minha vida faz sentido, mas para dar sentido à minha vida. Religião pode ser muito irrelevante e sem significado, denuncia a obra-prima de Thomas Merton, "A montanha dos sete patamares". Nesse livro, extremamente íntimo e pessoal, o escritor e monge trapista narra o vazio da sua infância e adolescência como protestante nominal. Aliás, Merton é um dos meus jornalistas preferidos. Seus Diários são uma vigorosa e apaixonada mistura de poesia e oração. O sinal de Jonas é um exemplo: "Nada deve atrapalhar um monge de orar, nem mesmo escrever um livro", ele diz com gostosa ironia. As duas coisas se confundem e se misturam o tempo todo quando quando se mantém um Diário Espiritual, a narrativa pessoal e a oração.

Oração.

Quando escrevemos nossa oração, a exemplo dos salmistas, orar é diferente. As frases feitas, as expressões religiosas vagas, vazias e vãs podem, afinal, ser percebidas. Pensamos no que escrevemos ainda que nem sempre escrevamos o que pensamos, já que, como diz Henri Nouwen, outro ardoroso escritor de maravilhosos Diários, "escrever assim é um ato de confiança”. Não sabemos aonde a caneta vai nos levar. Mas nos submetemos aos fluxos da alma, às correntezas do coração e da mente, ao fruir da vida interior. Os Diários de Nouwen, como "The Genesee Diary", em que ele relata de modo imensamente inspirativo sua experiência sabática num Mosteiro Trapista (sim, Nouwen foi influenciado diretamente pela literatura e espiritualidade, arte e devoção de Merton), ou "O caminho do amanhecer", sua narrativa da renúncia do cargo de professor titular em Harvard para cuidar de deficientes na Arca, no Canadá.

Luz e sombra. Fé e dúvida. Paz interior e angústia espiritual. Isso tudo nos é comum. O que não é comum é desfrutar dos benefícios que brotam no hábito de mapear esses sentimentos e experiência numa narrativa.

Narrativa.

Lucy Shaw, escritora anglicana que admiro, professora do Regent College e amiga próxima de Eugene Peterson, uma vez proferiu uma conferência intitulada "A Palavra Narrada: As Implicações Teológicas da Estória" ("A Narratable Word: The Theological Implications of Story") e, nessa criativa palestra, Shaw ensina:

"Narrativa é uma palavra originalmente derivada da expressão latina noscer - conhecer – e um outra com a qual se relaciona, gnarus, conhecer, saber algo. Talvez seja, portanto, outra forma de dizer que estórias, narrativas, é o modo por meio do qual tomamos conhecimento do mundo".

Sim, é isso mesmo. Ao narrarmos nossa vida, tomamos conhecimento dela, entramos em contato com nossa realidade e notamos como estamos inseridos numa narrativa maior, humana e divina. A Bíblia é narrativa e poesia. Muito pouco na Bíblia é discussão, defesa argumentativa, etc. Talvez as Cartas de Paulo. Mesmo assim, sua criatividade e inteligência, inspiradas pelo Espírito Santo, fazem da conversa teológica um coisa muito, muito bela – e pessoal. Paulo faz uma teologia na primeira pessoa visando a Comunidade. Paulo, ao contrário de muitos filósofos e teólogos, não é uma abstração, é uma pessoa.

Pessoa.

Somos tão complexos, não é mesmo? Podemos ter tanto know how profissional, tantos saberes e competências técnicas, mas e quanto à nossa alma, o que sabemos? Num tempo quando o neo-ateísmo de Dawkins, Hichtens e Harris, entre outros, zombam da idéia da espiritualidade cristã ao afirmarem que a alma é a mente e a mente é química e eletricidade facilmente mapeada pelo computador medicinal, pergunto: o Homo Sapiens, o " Home-que-sabe", nós, da sociedade da informação, sabemos quem somos? Basta ler o jornal (no outro sentido) e responder que... não.

Buscamos a resposta fora de nós. Quem nos define, por exemplo, é o consumismo. O homem de hoje é aquilo que ele consome. Basta olhar ao redor e ver outdoorsambulantes a serviço das grandes corporações. Outro dia dei risada ver uma foto do presidente Lula ao lado de Fidel Castro, que usava um casaco da ...Nike. Sabe o que é o homem, eu e você? Contradição.

Contradição.

Ser inimigo do que se diz. Contrariar o que se afirma. Dizemos que amamos. E matamos uns aos outros sem parar. Dizemos que cremos em Deus. E vivemos como se Ele não existisse. Dizemos que a natureza é boa e bela. E a destruímos pouco a pouco – ou muito a muito – como, no século passado e nas últimas décadas.

Só me dou conta da imensa contradição que eu sou quando olho para dentro de mim. Isso se dá de modo único quando escrevo meu dia-a-dia, minha noite-a-noite, quando descrevo e narro minha jornada. Narrar, nas orações simples do meu diário espiritual, tristezas, frustrações, conquistas, alegrias, chegadas, partidas, vitórias e vergonhas – eis o que mais me aproxima de Deus, de mim mesmo e dos outros.

O ato de auto-narrar a minha vida pode ser dito de outro modo pelas pavras de M. Scott Peck, psicanalista cristão: "a estrada menos percorrida". Temos medo do que se revela nas páginas de um caderno sincero. Temos medo do que se esconde nos nosso pesadelos ou mesmo nos sonhos bons. Mas, por exemplo, escrever os sonhos assim que se acorda é uma grande ferramente de auto-conhecimento, como me ensinou meu querido Osmar Ludovico.

Tenho dado um passo para frente e dois para trás nessa história. Tem épocas que nem sem onde foi parar o tal caderno. Outros momentos, eu encho páginas e páginas, num frenesi catársico que só Deus e eu testemunhamos. Mas eu não vivo mais sem meus diários. Meus diários mudaram a minha vida. (D)Escrevo meus problemas neles e deixo descansando. Sem narrar o que a vida me dá e me toma, o que eu gozo ou perco, o que eu experimento da Graça dentro da graça dentro da graça, como viver? A Salvação é uma jornada que começa agora.


Fonte: http://www.cristianismocriativo.com.br

Podscast 36

Postado: quarta-feira, 9 de junho de 2010 | Por : Barbara Góes | Em: , , , , , , ,

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Alô, galera..

Pra quem reparou que o podscast não saiu no sábado, eis a explicação! O Cast com a banda Crombie ficou com problemas durante um tempo, então, achamos por bem deixar um tempo a mais no ar para que vocês pudessem ouvi-lo com mais calma.

Sendo assim, o podscast sairá neste sábado, dia 12, combinando com a temática do dia. Sim, teremos um especial " Dia dos Namorados" com uns convidados muito bacanas. Se você está namorando, ou não, deve ouvir esse programa! A garantia é que você vai se divertir e rir litros!

Aguarde e Confira! ;)

Limpando os Ouvidos

Postado: terça-feira, 8 de junho de 2010 | Por : Rivaldo Rodrigues | Em: , , , ,

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Já tinha ouvido falar, por acaso, sobre esse músico chamado Stênio Marcius, porém nunca havia escutado suas canções. Para a alegria de meus ouvidos e de meu coração, tive a oportunidade de escutá-lo em Fortaleza no EPL 2010 (Encontro de Pastores e Líderes), promovida pela Igreja Batista Central de Fortaleza.
Stênio possui quatro cd´s e diversas músicas gravadas por outros"artistas" (qual seria o melhor termo para usar aqui?depende de quem se está falando né??).
Em um momento que a música "gospel" está tão pouco atrativa com suas letras repetitivas e seus jargões batidos, as letras de Stênio nos traz algo mais bem elaborado, com lindas letras e a mensagem de um evangelho simples, sem muitas firulas.
Escutem e se deleitem...








Dica do: Hiram Bayer

Ps.: Se vocês tiverem sugestões para ampliar o nosso leque de boas músicas deixem um recadinho por favor..
Paz!!

Marquinhos Gomes lança novo CD "Ele não desiste de você"

Postado: | Por : Emanoel Leonardo | Em:

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O cantor gospel Marquinhos Gomes lançará no próximo dia 6 de junho seu novo CD, chamado “Ele Não Desiste de Você”. O lançamento será efetuado no Ministério Apascentar de Nova Iguaçu (RJ).

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Este CD será o nono da carreira do cantor, que já alcançou a incrível marca de mais de quatro milhões e meio de cópias vendidas ao longo de sua carreira.

No show de lançamento de “Ele Não Desiste de Você”, Marquinhos Gomes cantará músicas do CD e terá a participação de sua filha Gabriela Gomes na música “Todo Poderoso Deus”. Esta música, aliás, foi composta baseada no estilo dos cântigos congregacionais das igrejas de Nova Jersey, Estados Unidos.

Anote na sua agenda:

Marquinhos Gomes – lançamento do CD “Ele Não Desiste de Você”
Local: Ministério Apascentar de Nova Iguaçu
Avenida Getúlio de Moura, 452, Centro, Nova Iguaçu – RJ
Horário: 19h

Alex Gonzaga fala sobre a coletânea Falando de amor

Postado: segunda-feira, 7 de junho de 2010 | Por : Emanoel Leonardo | Em: , , , ,

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O cantor Alex Gonzaga, vocalista da banda Novo Som, esteve na sede da MK Music e foi entrevistado por várias rádios brasileiras pelo telefone. Em pauta, a coletânea Falando de Amor, que acaba de ser lançada pela gravadora.

O CD Falando de Amor da banda Novo Som reúne 12 canções românticas que fizeram sucesso ao longo do ministério do grupo, entre elas 'Acredita em mim' e 'Diz que sim'. Alex conversou com as rádios Liberdade Belém (PA), Evangélica Recife (PE), 107 Belo Horizonte (MG), 104 Governador Valadares (MG), A Cor da Vida (ES), Sara Brasil Brasília (DF), Novo Tempo (ES), Fonte FM Goiânia (GO) e Canaã Fortaleza (CE).

Os CDs Falando de Amor vem em formato slidepack e preço promocional. Fazem parte da coletânea ainda Rayssa e Ravel, Pamela, Marina de Oliveira, Fernanda Brum, Eyshila, Cassiane e Jairinho e Voices.

Fernanda Brum e seu novo CD

Postado: domingo, 6 de junho de 2010 | Por : Herbert McDonald | Em: , ,

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O novo CD da cantora Fernanda Brum pela MK Music, Glória, já está na fábrica e chega em breve às lojas de todo o Brasil. Com produção de Emerson Pinheiro, o disco conta com várias composições da cantora e em parceria com seu marido Emerson Pinheiro e o amigo, pr. Livingsthon Farias, e reúne baladas, canções de rock e uma novidade, o ritmo baiano.

Segundo Fernanda, assim como diz o título do CD, o trabalho é temático e fala sobre a glória e o poder de Deus nas 14 faixas. É um disco que toca profundamente a alma, para ouvir e se derramar na presença de Deus.

No feriado desta quinta-feira (3), a música de trabalho do CD 'A Tua Glória faz' estreou com exclusividade na programação da Rádio 93 FM, durante o programa Caravana do Louvor, apresentado pelo locutor Cid Gonçalves. Fernanda Brum entrou no ar ao vivo para lançar a música e comentou sobre o disco. Emerson Pinheiro também deu um 'alô' para os ouvintes da emissora.

As rádios de todo o Brasil começaram a receber a canção nesta sexta-feira (4).

Confira Fernanda Brum falando sobre o seu novo CD aqui:



Fonte: MK

Seminário Ninho das Águias será realizado gratuitamente

Postado: sábado, 5 de junho de 2010 | Por : Herbert McDonald | Em: , , , , , , , ,

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O Seminário Ninho das Águias será realizado gratuitamente em Belo Horizonte
De 24 a 26 de junho, na Igreja Batista da Lagoinha

O ministério do apóstolo Fernando Guillen e a Igreja Batista da Lagoinha vão realizar na capital mineira, dos dias 24 a 26 de junho, o Seminário Ninho das Águias. Serão três dias de intensas ministrações, ensinamentos e muitas experiências. Entre os preletores estão os pastores Márcio Valadão, Ezenete Rodrigues, o apóstolo Fernando Guillen, os profetas americanos Bobby Conner, Gary e Kathi Oates e o apóstolo Gláucio Coraiola.

Segundo Guillen, um dos idealizadores do evento, a expectativa é receber pessoas de todo o Brasil. “A programação do Ninho das Águias é gratuita, não é necessário fazer inscrição. Cremos que será um tempo de compartilhar e ativar aquilo que a Bíblia nos ensina”, declara Guillen.

Venha participar do evento Ninho das Águias!

Serviço
Seminário Ninho das Águias
Data: 24 a 26 de junho. [Dia 24, às 19h; dias 25 e 26 de 9h às 22h].
Local: Templo Principal da Igreja Batista da Lagoinha.
Informações: http://www.apostolofernando.com/hotsite/ninhodasaguias/

Fonte: Assessoria de Imprensa Seminário Ninho das Águias e Elisandra Amancio

Raiz Coral e Sergio Saas em Acarí/RN

Postado: sexta-feira, 4 de junho de 2010 | Por : Herbert McDonald | Em: , , , , , , , ,

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Raiz Coral

Em Março de 2000, alguns jovens se juntam para realizar um sonho, formar um coral afro brasileiro, com um propósito evangelistico através da música. Nasce ai o Raiz Coral. Encontraram na música uma expressão de paz, alegria e esperança. Ao som da banda e sob a regência de Sergio Saas, vêm explorando ritmos característicos dos corais afro-americanos, como: kirk Franklin, Hezekiah Walker Choir, Kurt Car Singers, entre outros. Seu repertório é extremamente versátil; composto de músicas tradicionais e contemporâneas, capaz de inspirar e alegrar auditórios de todas as idades. Na verdade, para saber quem é o Raiz Coral é preciso ouvi-lo.

Esse coral tem contribuído para a musica gospel no Brasil, e quando tinha apenas um cd lançado - Pra Louvar - foram convidados para acompanhar Kirk Franklin, um dos ícones da música negra americana, em seu show no Credicard Hall – SP, o que alavancou ainda mais a carreira deste grupo. Também participaram da gravação dos DVD’s Toque no Altar, O Melhor do Black, Black Gospel Live e Voz Da Verdade, e comprovaram ser um dos ícones deste segmento no mercado.

Sérgio Saas

Sérgio Saas,nasceu e foi criado em São Paulo, bairro Capão Redondo.Faz parte de uma família de músicos. Aos nove anos começou a estudar piano, o que lhe deu base musical erudita.Mais Tarde obteve um grande apreço à música negra norte-americana como: Peabo Bryson, Take 6,Boys II Men , Whitney Houston , Kirk Franklin,Fred Hammond e Brian Mcknight. Com onze anos, foi idealizador de quarteto que cantavam cânticos tradicionais.Aos quinze anos ingressou no grupo Black Singers no qual cantava música acapela contemporânea desenvolvendo assim sua habilidade em fazer arranjos vocais,passando a ser requisitado para fazer diversos trabalhos para a música sacra secular. Trabalhou com Racionais Mcs,Fat Family,Katinguelê,Apocalipse 16,Marquinhos Gomes,PG,Leonardo Gonçalves,Cristina Mel, Dany Grace,Renpal,Arautos do Rei, Comunhão e Adoração e Link 4. Hoje rege e ministra com um dos principais corais da atualidade: O Raiz Coral, que faz um trabalho evangelístico e de avivamento através da música e da palavra. Realmente Sérgio Saas é integrante desta ala de grandes cantores com qualidade, mais precisamente da Black Music Gospel que atua como cantor e produtor. Com o coração quebrantado e ouvidos atentos á voz de Deus Sérgio Saas pode ser definido numa palavra: ADORADOR!

Esse maravilho coral junto com Sérgio Saas vão estar em Acarí RN.

O evento vai acontecer no ginásio de esportes da cidade às 19hs no dia 12 de junho, a entrada é 1kg de alimento não perecível.

Confira o trabalho deles aqui:



Graça

Postado: quinta-feira, 3 de junho de 2010 | Por : Yuri Padilha | Em:

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Ricardo Gondim

Ainda há pouco, ao reler o admirável Sermão do Monte, percebi como a graça esteve presente nos princípios expostos por Jesus. Mesmo reconhecendo que a graça foi exaustivamente estudada e definida pela teologia, é preciso redescobri-la nos lábios do Nazareno. Os favores imerecidos de Deus não podem ficar circunscritos às codificações teológicas. Naquele relvado, na encosta de um morro qualquer, Cristo falou de assuntos diversos, mas não se esqueceu de explicitar que Deus se relaciona com seus filhos diferente de todas as divindades conhecidas. Após séculos de argumentação sobre os significados da graça, os cristãos precisam despertar para ao fato de que ela é o chão da espiritualidade cristã.

Um neopaganismo levedou a fé de tal forma que muitos transformaram a oração em uma simples fórmula para canalizar e receber os favores divinos. Para obter resposta às petições, implora-se, pena-se, insiste-se, no aguardo de que Deus escute. Quando não se recebe, justifica-se assumindo culpas irreais, como falta de disciplina. Acha-se que é necessário continuar implorando para Deus se sensibilizar. Mede-se a espiritualidade pelo número de respostas aos seus pedidos e, quando malsucedidos, castiga-se por não merecer. A própria linguagem denuncia romeiros católicos e evangélicos, que lotam os espaços religiosos: é preciso “alcançar uma graça”.

Graça liberta do imperativo de dar certo. O Sermão da Montanha começa felicitando pobres em espírito, chorosos, mansos e perseguidos. Os triunfantes não podem se gloriar de serem mais privilegiados do que os malogrados. Graça revela um Deus teimosamente insistindo em permanecer do lado de quem não conseguiu triunfar; até porque a companhia de Deus não significa automática reversão das adversidades.

Graça permite o autoexame, a análise das motivações mais secretas da alma, sem medo. Na série de afirmações sobre ódio, adultério, divórcio e vingança, Cristo deixou claro que ninguém pode se vangloriar quando desce às profundezas do coração. No nível das intenções, todos são carentes. O olhar sutil indica adultério. O ódio despistado revela homicidas em potencial. A vingança disfarçada contamina as ações superficiais. Lá onde brotam as fontes das decisões, tudo é confuso; vícios e virtudes se confundem. Somente com a certeza de que não haverá rejeição é possível confrontar os intentos do coração para ser íntegro.

Graça convida a amar. Jesus afirmou que Deus “faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos”. Para revelar sua bondade, Deus não precisou ser convencido a querer bem. Deus não faz acepção de pessoas; o seu amor não está condicionado a méritos. Quando as pessoas são inspiradas por gratidão, reconhecimento e admiração por tão grande amor, se sentem impulsionadas a imitá-lo. Deus surpreende por dispensar bondade sem contrapartida de virtude. Assim, na improbabilidade de os seres humanos se mostrarem graciosos, os discípulos devem almejar a única virtude que pode torná-los perfeitos como Deus -- o amor.

Graça é convicção de que o acesso a Deus não depende de competência. Quem acredita que será aceito pelo tom de voz piedoso ou pela insistência em repetir preces nega a paternidade divina. Antes de pedirmos qualquer coisa, Deus já estava voltado para nós. Os exercícios espirituais não precisam ser dominados como uma técnica, mas desenvolvidos como uma intimidade. O secreto do quarto fechado representa um convite à solitude, à tranquilidade que não acontece com sofreguidão.

Graça libera energia espiritual que pode ser dirigida ao próximo. Buscar o reino de Deus e sua justiça só é possível porque não é preciso preocupar-se com o que comer e vestir e por jamais ter de bater na porta do sagrado para conquistar benefícios particulares. Basta atentar para os lírios do campo e pardais para perceber que as ambições devem escapar à mesquinhez de passar a vida administrando o dia-a-dia.

Graça devolve leveza para que os filhos de Deus sintam-se à vontade em sua presença, como meninos na casa dos avós. Graça libera as pessoas para se tornarem amigas de Deus, em vez de vê-lo como um adestrador inclemente. Graça não permite delírios narcisistas. Nenhuma soberba se sustenta diante da percepção de que Deus aposta na humanidade e ainda se convida a cear entre amigos.

Graça distensiona o culto porque avisa: tudo o que precisava acontecer para reconciliar a humanidade com Deus foi concluído: “Consumatum est”. Portanto, enquanto a graça não for redescoberta de fato como a mais preciosa verdade da fé, as pessoas podem até afirmar que foram livres, mas continuarão presas à lógica religiosa das compensações. Devedores, jamais entenderão que o reino de Deus é alegria. A graça liquida com pendências legais. Não restam alegações a serem lançadas em rosto -- “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus?”.

A religiosidade legalista insiste que é perigoso falar excessivamente sobre a graça. Anteparos seriam então necessários para proteger as pessoas da liberdade que a graça gera. Mas o amor que tudo crê, tudo espera e tudo suporta não aceita outro tipo de relacionamento senão abrindo espaço para que haja amadurecimento. Deus ama assim, e o Sermão da Montanha não deixa dúvidas de que todo discurso sobre o reino de Deus deve começar com graça.

Soli Deo Gloria

Fonte: http://ricardogondim.com.br

David Fantazzini em turnê pelo Nordeste

Postado: quarta-feira, 2 de junho de 2010 | Por : Herbert McDonald | Em: ,

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O cantor David Fantazzini prepare-se para uma turnê de divulgação pelas principais cidades do país.

E tudo começa em Salvador, no próximo final de semana. O cantor estará na cidade, participando do evento Nossa Festa, em comemoração ao aniversário de 10 anos da Graça Music, no dia 5, a partir das 15h30.

No domingo, às 10h, ele ministrará na Igreja Batista Caminho das Árvores, do bispo Átila Brandão (Rua Jesus Cristo de Nazaré, 1, Itaigara). À tarde, às 14h, ministrará na Igreja da Graça (sede).

No dia 11, o cantor segue para Feira de Santana, onde dará entrevista para as rádios locais, além de visitar lojistas da região.

No dia 12, David fará divulgação na capital (Salvador), incluindo visita a lojas e mídias locais.

De Salvador, David segue para Fortaleza, onde fica por três dias. Em breve, informações completas da agenda local e de Recife, sua próxima parada.

Fonte: Graça Music

Saco é um saco

Postado: terça-feira, 1 de junho de 2010 | Por : Rivaldo Rodrigues | Em: , , ,

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Lembro de ter visto essa campanha a um tempo atrás. Achei bem interessante e resolvi passar pra vocês (aqueles que ainda não conhecem).

Esta campanha da “Saco é um Saco”, como diria nosso amigo Silvio Santos, foi muito bem bolada! Vale a pena dar uma olhada para aprender um pouco mais como podemos respeitar mais o meio ambiente. Este papo pode estar batido, mas você já parou para ver o que fez hoje pelo seu planeta?